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  • Equipe EVS

Aplicação da metodologia flux chamber

Atualizado: 9 de abr. de 2021

Os resultados colhidos através da amostragem de vapores feita pelo Flux Chamber avaliam os impactos do solo na qualidade do ar no ambiente.




Sempre que há a possibilidade de risco à saúde das pessoas, através de áreas contaminadas no ambiente em que estão inseridas, é necessário realizar um trabalho de inspeção minucioso no solo e no ar a fim de proteger o local e evitar qualquer tipo de problemas à população e ao próprio meio ambiente.


Uma das formas de medir a possibilidade de risco à saúde humana, associado a intrusão de vapores, se dá pelo uso de Flux Chamber para amostragem de vapores que efetivamente estejam sendo emitidos em superfície.


A instalação do Flux Chamber, uma máquina fechada sobre o piso, no qual os contaminantes em migração acumulam-se na parte interna dessa máquina, permite que seja feita a medição direta do fluxo de vapores que estão dentro da subsuperfície para a atmosfera por processos de difusão e diferenciação climática sem alteração na taxa de emissão de vapores.


Em seguida, é feita uma análise dos contaminantes identificados dentro do Flux Chamber, divide-se a concentração medida pelo tempo de residência sobre o solo, revelando assim o fluxo de vapor identificado do solo para a atmosfera. Assim como acontece na amostragem passiva, é possível obter resultados com baixos limites de detecção devido ao grande volume submetido à análise.


Os resultados colhidos através da amostragem de vapores feita pelo Flux Chamber avaliam os impactos do solo na qualidade do ar daquele ambiente. Dessa forma, é possível averiguar se o local apresenta algum risco à saúde das pessoas. Fonte: Intrusão de vapores por Cristina Deperon Maluf e Rafael Sato


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